Vereadora Elisa Lima celebra Dia do Patrimônio Cultural e destaca folclore e culinária ribamarense

 


A vereadora Elisa Lima (PSL), líder do governo na Câmara Municipal de São José de Ribamar, destacou a passagem do Dia do Patrimônio Cultural, celebrado nesta terça-feira (17). A data foi escolhida em homenagem ao historiador e jornalista, Rodrigo Melo de Andrade, responsável pela criação do Iphan em 1937.

“Hoje é um dia muito importante para todos nós. Hoje é o Dia Nacional do Patrimônio Cultural e quando a gente fala em patrimônio cultural, falamos em todas as manifestações culturais que temos tanto na nossa cidade de São José de Ribamar quanto em nosso Brasil. Por isso, hoje é um dia realmente de celebrar todas essas manifestações tão importante que adentram as nossas casas desde cedo”, disse.

Durante a homenagem à data, Elisa também fez questão enaltecer o folclore, a culinária e todas as riquezas culturais que fazem parte do dia a dia da cidade balnearia. Neste sentido, fez questão de parabenizar todos que contribuem para fortalecer a cultura ribamarense.

“Hoje quero ressaltar e enaltecer a nossa cultura ribamarense, as nossas danças, a nossa arte e nossa culinária. Quero dizer que o Legislativo e Executivo Municipal estão imbuídos no mesmo objetivo que é fortalecer a cultura ribamarense. Então parabéns a todos que fazem parte dessa data tão importante que é o Dia do Patrimônio cultural!”, concluiu.

Monumento a São José de Ribamar (Foto: Reprodução)

Literatura a beira-mar

São José de Ribamar, município localizado na Grande São Luís, tem atrativos para todos os gostos. Da folia à literatura. Anualmente, na última semana do mês de agosto, a cidade religiosa se rende a poesia com o festival Geia de literatura. Incentivar a leitura de grandes escritores e poetas maranhenses é o principal objetivo do Geia. O festival acontece desde 2000 e é organizado pelo Instituto Geia, organização não governamental sem fins lucrativos.

Culinária ribamarense

A culinária da cidade balneária tem sabor bem característico à base de frutos do mar (camarão, caranguejo, ostra, sarnambi, sururu e siri) e peixes de água salgada típicos da região, tais como pescada-amarela, corvina, bagre, tainha (sajuba, pitiu, urixoca), pescadinha, sardinha, urubarana, cabeçudo, baiacu (açu e pininga), peixe-galo, palombeta, solha, tibiro, caruaçu, jurupiranga, cambéu, mero, tralhoto, solha, paru, uriacica, bandeirado, guaravira, camurupim, moreia, amor-sem-olho, gurijuba, pargo, pampo, cabeçudo, cururuca, xaréu, jiquiri, cação, arraia, peixe-prata, camorim, uritinga, pacamão, cangatã, agulhinha, peixe-serra, entre outras espécies. Mas uma das iguarias do ribamarense é o peixe-pedra, muito abundante na região.

Origem da data

O Dia do Nacional do Patrimônio Histórico Cultural foi instituído na data de nascimento de Rodrigo Melo Franco de Andrade, advogado, historiador, jornalista e primeiro presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).

Patrimônio cultural é tudo aquilo que possui importância histórica e cultural para um país ou uma pequena comunidade, como a arquitetura, festas, danças, músicas, manifestações populares, artes, culinária, entre outros.

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