A longa espera de quase uma década chegou ao fim com a entrega, inicialmente, de 500, das 3.000 casas do Residencial Mato Grosso, em São Luís. Nas próximas semanas serão entregues todas as 3.000 casas. Mas nenhuma grande obra chega ao dia da entrega sem percorrer um longo caminho.
Por trás das portas que hoje se abrem para essas famílias existe uma história feita de impasses, decisões, recursos, trabalho e persistência — uma história que começou muito antes da primeira chave chegar às mãos das famílias contempladas.
No Residencial Mato Grosso não foi diferente. As obras, iniciadas em 2013, chegaram a ser paralisadas e só foram reiniciadas quando Hildo Rocha, ocupou a Secretaria-Executiva do Ministério das Cidades. Com o apoio do presidente Lula e do então ministro Jader Filho, Hildo Rocha conseguiu viabilizar aporte de dinheiro para a retomada e conclusão das obras.
O atual ministro das Cidades, Vladimir Lima, o governador Carlos Brandão (MDB), o prefeito de Cantanhede, Zé Martinho, e o presidente da CAEMA, Marcos Aurélio Freitas, elogiaram a atuação de Hildo Rocha na conclusão do Residencial Mato Grosso.
Ao mencionar Hildo Rocha, o ministro Vladimir Lima fez referência ao período em que Hildo Rocha integrou a equipe do Ministério e participou da condução da agenda habitacional.
“A retomada dessa política ocorreu no governo do presidente Lula que recolocou o programa Minha Casa, Minha Vida entre as prioridades da política habitacional federal. À frente do Ministério das Cidades, Jader Filho conduziu a pasta durante parte desse processo, tendo Hildo Rocha como secretário-executivo”, destacou Vladimir.
O governador Carlos Brandão também fez questão de destacar o esforço de Hildo Rocha: “Eu gosto de citar pessoas que colaboraram com o projeto, como o deputado Hildo Rocha. O deputado Hildo Rocha, à época, era secretário-executivo do Ministério das Cidades, sempre defendeu os projetos habitacionais e ajudou na execução de outros investimentos públicos em obras importantes no Maranhão”, declarou Brandão.
Não foram apenas lembranças protocolares. Foram, acima de tudo, o reconhecimento a quem exerceu papel fundamental na concretização do projeto.
As casas têm donos. A obra tem história
Uma obra habitacional de grande porte, como o Residencial Mato Grosso, não nasce pronta. Ela passa por governos, ministros, secretários, parlamentares, técnicos e gestores. No caso do Residencial Mato Grosso, o reconhecimento público feito por diferentes autoridades coloca Hildo Rocha no centro dessa história. E isso tem peso.
No caso de Hildo Rocha, há um elemento concreto nessa trajetória: durante sua passagem pela Secretaria-Executiva do Ministério das Cidades, entre 2023 e 2024, ele participou diretamente da condução da política habitacional e acompanhou problemas de empreendimentos que precisavam ser destravados.
E então entra em cena quem realmente importa
No meio de todos os discursos, talvez a declaração mais poderosa tenha vindo de quem estava ali para receber aquilo que realmente importa: a própria casa.
A bancária Vivian Daiane, beneficiária do empreendimento, falou de uma realidade muito maior do que qualquer cerimônia: “Eu estou muito feliz por ter recebido essas casas. Eu e meus filhos.”
Depois, resumiu em uma frase aquilo que transforma uma política habitacional em política pública de verdade: “Hoje já posso dizer ‘eu tenho uma casa’. O meu sonho agora é real”, enfatizou Vivian.
Para autoridades, uma obra pode ser número, contrato, orçamento ou inauguração. Para Vivian e seus filhos, é casa. É endereço. É segurança. É dignidade. É a possibilidade de construir uma nova etapa da vida a partir de um lugar que, finalmente, pode ser chamado de seu.
No Mato Grosso, a partir de agora 3.000 famílias podem ser enquadradas nessa nova realidade que durante muito tempo parecia impossível. E, pelo que disseram os próprios participantes da cerimônia, Hildo Rocha fez parte dessa história.
Uma história construída por diferentes mãos, governos e instituições — mas que, para as famílias que receberam as chaves, tem um significado muito simples: o sonho da casa própria deixou de ser promessa e virou endereço.



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